quinta-feira, 21 de junho de 2012

Fantasia #2 - Interruptores

Fantasiei todos os espelhos da casa:

A tomada da sala

Interruptor do quarto, com o carregador de
celular (fiz com embalagem de xampu).
A cabeceira da minha cama (pronta, mas ainda
não pregada na parede) tem esse tecido preto
de bolinha branca. Era uma saia de sedinha
 que não me cabia mais

Interruptor da sala. Com esse papel vou forrar
um cachepô (que era uma fritadeira elétrica dos
anos 90, na verdade um panelão alto)
e os fundilhos da estante da sala)

Não dá pra ver porque não tem luz no corredor
(ainda), mas é verde com bolinha branca
(porque fica na entrada da cozinha, onde
manda o verde com bolinha branca)

Este é o do banheiro. Hei de trocar essa coisa
amarelada horrível  (os botões do interruptor
propriamente dito; já os azulejos...)
Dica #1: Se você forrar qualquer coisa com desenho que imprimiu na jato de tinta NUNCA use cola branca. Vai borrar tudo. Use cola de bastão ou mesmo cola acrílica (a recomendada para isopor). Ou prepare-se para imprimir muitas vezes o mesmo desenho, pois terá que refazer tudo. Papel de presente ou de revista aceita bem a cola branca, sem manchar.
Dica #2: Tenha sempre em casa uma lata de spray de verniz fosco. Borrife tudo (papel impresso, de presente ou de revista não mancham com esse spray). Você vai poder passar pano úmido depois pra limpar poeira.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A fantasia continua

O banheiro é tão pequeno que mal consigo fotografar. Mas continuo fantasiando esses azulejos horríveis, agora com listras vermelho-branco. As coisinhas redondinhas são tampas (de coca-cola, de nescau, de iogurte). O círculo maior é outro maousepad velho. Tudo forrado com listras que fiz no Stripe Generator, imprimir e cobri com contact transparente).






sábado, 2 de junho de 2012

Meu banheiro é vermelho...

Era assim...


Ficou assim:


(mousepad velho forrado com papel listrado que imprimi; o contact transparente acabou, vou cobrir depois).



A parede endoidou

Na verdade, eu endoidei. Vi essa imagem linda aqui...


... e cismei que faria uma colagem "igual" -- não é lindo? -- pra enfeitar essa tristezinha abaixo:


Que virou isso:


E isso.


Tudo MUITO diferente do que pretendia, porque não consegui imprimir na proporção ideal. Por isso digo que posso até ser artesã, mas uma artesã malfeitora. Snif... (Mesmo assim mostro, sem pudor, porque alguém pode ter uma ideia melhor e executar a contento). 

Penduradas na ripa estão: 1) caixa de sabão em pó ariel (com restos de papel), garrafa de iogurte jampi (para tampas), caixa de chocolate hershey's kisses (rolos de fita adesiva), caixa de minipizza (pedaços de papelão) e outra garrafa de iogurte (retalhinhos).  

O que é reciclar?

(clique na imagem para ampliar um pouco)
Não deixa de ser. Mas, na minha humirde, apenas se você tiver em casa trocentas colheres de plástico. Comprar dúzias de colheres novas para fazer uma luminária de garrafa pet é contraditório.

Reciclar e reutilizar não seria isso aí abaixo? Uma lata de nescau mergulhada numa lata de tinta vira vaso para flores de retalhos de pano e papel que eu já tinha em casa (inclusive o de embrulhar pão). Coisas que eu jogaria no lixo, mas reaproveitei. (Não estou me auto-elogiando, longe disso; é apenas um exemplo). Tenho pensado muito nisso. A febre da reciclagem está deixando algumas estranhas sequelas. 


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Florzinhas 2 - O retorno

Repito com fotos novas que o Marco Aurelio (meu filho, não o ministro do STF) fez com o supercelular dele. Cliquem pra ampliar e ver os detalhes. 



sábado, 19 de maio de 2012

Projeto Baikonur, o retorno

Lembram disso aqui?


Bem, ganhou cortina branca (a de bolinhas pretas ficou horrível, muito invasiva e opressora, então vai pra janela, e a da janela veio para o armário). Presente da Ana. Ah, o armário está arrumado agora. Até as caixas ganharam "decoração". Quando puder, instalo painel japonês de correr.

A cortina é enfiada no varão. 

 Forrei as caixas com tecido e papel crepom de bolinhas. 

Tirei esta foto do lado de fora do quarto, pela janela.

Na lateral, que pintei de branco, instalei 
este cabideiro, pra pendurar tralha sem
 precisar guardar na hora.

Fiz esse throw com a sobra do tecido das cortinas,
que agora vão para a janela (medão de que fique
 "arrumadinho-combinandinho" demais...)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Caixote vale a pena?

 A tralha toda do café fica aqui.

Preguei um no outro e botei rodinhas. 

 Quase que só enfeite...

No banheiro, com pouca coisa.

Há uma febre de reciclagem de caixotes na internet e eu peguei o vírus. Mas nada saiu como planejei. Quem precisa de caixote como storage (armazenamento, lugar para guardar coisas) vai se decepcionar, porque virados eles rendem pouco espaço. São úteis mesmo se aproveitados à moda dos feirantes, ou seja, com a boca pra cima. Aí sim, bons pra guardar discos, livros, tralha em geral.

Aqui, um mundo de caixotes para todos os usos.

Fiz uma cuia

Meu bol antes, durante e depois (ok, é bowl, mas imagine se vou escrever bowl...)...




Usei uma Viver bem inteira (pena que não lembrei de verificar o número de páginas, mas era grossinha). Fiz em duas noites. É muito fácil, mas chato: é preciso cortar todas as páginas, dobrar ao meio, depois dobrar cada metade sucessivamente, até ficar nesta largura que se vê acima... os dedos doem. Outro problema é que usei durex pra prender cada tira na anterior, embora as instruções recomendassem cola. Fiquei com preguiça de usar a pistola de cola quente, e o bol ficou cheio de aparas de durex, que é preciso tirar.

Agora, pronto o bol, já cobri a parte interna com grossa camada de cola branca, falta cobrir a externa. Pensando se sprayo de preto...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Florzinhas


Sâo de tecido, papel-crepom e até papel da padaria (a branquinha mais a "ocidente").

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Improvisos que salvam

Conhecem o Real Simple? Eles têm uma seção chamada New Uses For Old Things que é realmente inspiradora. Já aproveitei várias ideias. Mas também invento outras, que, sei lá, podem ser úteis a adaptadores compulsórios como eu. Ai vão duas:




No novo (velhíssimo) apartamento as esquadrias são de alumínio (ai, como detesto!). A jardineirinha dos temperos era larga demais pra janela da cozinha, até caiu uma vez (snif, meio que ainda não se recuperou...). Tá vendo aquela faixinha branca logo depois do alumínio? Pois é, é uma canaleta para disfarçar fios de eletricidade. Botei um pedaço ali, o que alargou a base, e a jardineira agora se sustenta, não cai mais. :-)))




O pedreiro que fez essa paredinha do box estava certamente alterado, a mulher dele andava de mau humor ou ele tinha tomado umas. O fato é que o topo da divisória é em forma de pico (por tutatis, custaria deixar a prra toda retinha???): o recipiente de xampu não se sustenta ali! No banho, tinha que deixar no chão. P da vida, peguei meu porta-sabão em pó, fiz furos no fundo e num dos lados (esquentei a ponta de uma chave de fenda pequena com o isqueiro), passei um fio 2,5mm (sei tudo de espessura de fios a essa altura...) e prendi do outro lado da parede, num parafusão pré-existente. Ficou feioso, mas tô nem aí. Olha só:




A bolsinha de pentes e arcos esconde um pouco (só um pouco) a cagadinha. O que importa é meu conforto. Esse banheiro é um desastre completo...

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Armário-show de brasileiro!

Olhem só o que é um armário nos trinques (e baratinho também, como se pode ver pelo excelente post do @ffrajola):

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Geralzona do armário "Baikonur"


Esta foi feita na terça, logo depois de pronto.

Esta fiz agora, já com tudo dentro (o que estava no armário do apto. velho e mais alguma coisa, e sobrou espaço). Falta arrumar o conteúdo dos sacos, o que virá com o tempo. Gente, adorei, não canso de olhar para essa obra simples e útil dos russos.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Como fazer um armário barato e rápido

Faço esse post em homenagem aos durangos kids como eu.

Mudei para um apartamento sem armário. Completamente dura, vi no blog Minha Casa Ecológica, do Fernando Frajola (o @FFrajola do Twitter), que existe uma placa de tiras de madeira superresistente chamada OSB (Oriented Strand Board) e superbarata também (veja o post dele aqui). Em outro post lá vi como é a placa:

É ecológica porque usa madeira reflorestada (ok, a discussão sobre os cemitérios verdes de eucalipto fica para outra hora...), segundo li aqui, resistente a umidade e intempéries! E o melhor: custa R$ 39 cada uma! Comprei duas e pedi para cortarem assim:
Ou seja, as duas placas foram cortadas ao meio na vertical, resultando em 4 pedaços de 2,20m por 0,60m. Três pedaços ficaram inteiros (para lateral, teto e maleiro) e o quarto foi cortado em 4 prateleiras.

Claro que isso não foi aleatório. Minha amiga Ana Lagôa tinha feito o projeto abaixo para placa de MDF, que custa mais de R$ 100, embora seja bem maior. Olhem que maravilha:

Onde está escrito "cômoda" leia-se "proto-armário de prateleiras" que eu já tinha, feito das sobras de uma placa de MDF comprada para acomodar o micro-ondas. Paguei 114 pela placa mais as ferragens, num total de R$ 144. Claro que chorei lágrimas de sangue quando li sobre a OSB no blog do Frajola... Caí na asneira de pedir orientação ao vendedor da madeireira, e pergunta se ele não me empurrou uma placa gigantesca forrada de laminado branco??? Se ele fosse maneiro teria sugerido a OSB!!!

O projeto foi seguido à risca pelos russos -- bem, chamei de Operação Baikonur porque foi complicado organizar o lançamento desse foguete, tinha que combinar com vários "russos": Márcio, o zelador-maravilha, que só pode na hora do almoço; meu filho-ajudante, que tinha compromisso em Niterói de manhã cedo; a Célia, a faxineira-lavadeira danadinha que só pode chegar à uma da tarde; e a própria Ana, porque seria bem no horário do almoço orgânico dela, do mis-en-plis da Loba etc. etc. :-))))) E sem a arquiteta-chefe não daria certo NUNCA! Ufa, deu certo! Pois bem, eis o resultado:




Infelizmente não tenho uma visão geral. Marco Aurélio (meu filho, não o ministro do STF) tem, porque fez uma do alto da cama, coisa que não ouso. Mas não o encontrei hoje.

Não se assustem com a feiúra. Vou pintar de branco (tenho litros de tinta que sobraram da pintura do outro apartamento), fechar com cortinas temporariamente e, quando tiver dinheiro, com painéis japoneses de correr. Quis mostrar feinho assim mesmo porque não sou "blogueira de decoração", e acho importante que as pessoas vejam que a coisa é viável. Mas você pode forrar com contact, com tecido, com juta, enfim, há uma variedade imensa de soluções.

Adendos: a arara de pendurar roupas ganhei da Ana. E não é baratinha, mas um varão de madeira ou metal substituiria muito bem. Ganhei muitas ferragens da Ana, mas mãos francesas, cantoneiras, buchas e parafusos não estouram exatamente um orçamento. Resumindo, gastei em torno de R$ 100 com o armário.

Detalhe estupendo: a operação começou às 13h; às 17h15 o zelador foi embora e Marco ficou pregando as prateleiras nas mãos francesas. Tudo estava terminado às 18h15.

Agradeço a todos os russos, a começar pelo Frajola!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Fotos do horror no Boston Globe

O que restou da Posse, em Teresópolis
(Bruno Domingos, Reuters, 14/1)

Veja as demais (muito, muito chocantes) no Boston Globe. (via TeiaLivre)

sábado, 15 de janeiro de 2011

Como aconteceu

O G1 mostra em imagens da empresa Base Aerofotogrametria a evolução (???) do desmatamento e da ocupação das encostas de Teresópolis. É espantoso nas fotos, mas principalmente ao vivo. Meu queixo cansa de cair quando vejo esses bairros simplesmente periclitantes. Clique na imagem para ir ao G1.

Teresópolis, a calamidade

As encostas...
O bairro do Espanhol (Diário de Teresópolis)

As pedras...
Posse (Bruno Domingos/Reuters/Folha)
Os escombros...
(Hudson Corrêa/Folhapress)
Os mortos...
IML improvisado na 110ª DP, perto da minha casa...
O cemitério... 
Enterros coletivos (Antonio Lacerda/Efe)