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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Três dias sem meias!

E um céu assim!



Casaco, só agorinha, já noite. Fui ao supermercado à tarde e cheguei encalorada.

Mas a secura tá de amargar! Ontem só dormi depois de botar uma bacia com água no quarto.

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Vingança!

Eu pedi, ele voltou.

Que frrrrrrrrrrrrrrio! 7 graus, gente boa, e só melhora na quinta!

(Já tinha mandado edredon pra lavanderia, aerado e guardado cobertor grosso...)

sábado, 31 de julho de 2010

O frio disse bye-bye, birdie

Não usei aquecedor, não usei cachecol, não usei gorro, não usei o casaco mais grosso, não usei os cobertores grossos, só um fininho e um médio...

Sniff...

Acho que vou mesmo pedir indenização a S. Pedro ou à prefeitura. Gastei e não tive custo-benefício.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

ZERO GRAU, é mole?






















To brincando não, foi um leitor que informou ao pasquim. Pena que não disse em que bairro. Aqui no Taumaturgo eu tive que botar um cobertor por cima do edredon. E isso ainda é junho.

domingo, 23 de maio de 2010

Notícias do frio

Domingo é dia de feirinha no Alto, e fui bater meu ponto. Aquilo virou o meu Largo das Neves: tenho “amigos” lá. As pessoas já me reconhecem e hoje até ganhei um tapetinho de brinde, que botei imediatamente ao lado da minha cama. Eu usava aqueles mineiros artesanais, mas a mesinha do notebook, que eu arrasto pra lá e pra cá, embolava o pobrezinho e eu acabava botando o pé direto no chão ao sair da cama. E isso estava virando uma tortura, porque o chão, mesmo de tacos, é geladíssimo! Resultado: espirro em cima de espirro, frio do cão. O tapetinho novo também é artesanal, feito ali mesmo na banca, mas é pesado, não embola, um alívio. Vou tentar fotografar em breve.

Passo sempre por essa banca porque tem um menino tecendo no tear, lindo de se ver (essa foto é daqui, feita em novembro, pleno calor, e um homem tece; prometo fotografar eu mesma depois). Agora é sempre um menino -- trabalho infantil, ó ceus!, mas a feira só funciona nos fins de semana, e ainda vou perguntar a ele se vai à escola. Pois estava passando e disse a mim mesma: essa banca é uma perdição. Tomei um susto, as pessoas ouviram, riram e a vendedora atacou: nada disso, tá cheio de promoção. Resultado: comprei uma colcha linda pra pendurar atrás da minha cama, que é box e não tem cabeceira – a parede é gelada, gente, era um sufoco botar os braços atrás da cabeça, esse gesto tão simples para quem vê TV na cama.

Já estava vindo embora, depois de comer meu acarajézinho ritualístico no quiosque do Serge (que usa gorro muçulmano para cozinhar, tem sotaque carioca e serve comida baiana na praça de alimentação da feirinha) quando revi a banquinha onde comprei minha pantufa. E notei que chegaram os chinelos de lã que tanto aguardava. Que felicidade! Não conseguia mais usar as havaianas, frias como gelo! Alguns passos adiante e achei o que não sabia mais onde procurar: meias de lã. Que baita alegria! A pantufinha é de fleece, e fleece só esquenta com alguma coisa por baixo. Engrenei um papo com a dona da banca e descobri que ela faz ceroulas de lã também: vai levar tamanho GG (gordos só descolam as coisas por encomenda!!!) no fim de semana que vem. Mentirinha, ela já tinha vendido todas as GG que levara.

Aí ela me contou uma coisa: o frio este ano vai ser brabo. Por quê? Porque se no outono as manhãs começam com cerração é sinal de que o inverno vem forte. Pode ser cascata, mas é o que anda acontecendo. Amanhece nubladão e depois o sol dá as caras. Saí tiritando às 9 da matina sexta passada para ir ao INSS (lindo, confortável, tudo com hora marcada pela internet -- mas ge-la-do) alterar meu endereço e quase morri de frio. Só lá pelas 11h chegou o solzinho...

O frio já está brabo, imaginem em julho... Peguei um reumatismo no ombro esquerdo e no joelho direito, e descobri que basta cobrir essas duas partes que fica tudo bem! A Lealtex está vendendo cobertores fleece fininhos a 19 reais (comércio de rua é tudo de bom!) e comprei um monte! Forrei sofá e pé da cama, ando pra cima e pra baixo com um deles nas costas e quando uso o PC, que está na sala (gelaaaaaada...), cubro as pernas. Foi-se o reumatismo. Além disso, comprei na Casa & Vídeo uma torneira elétrica para a pia da cozinha por 29,90 reais! Coincidência incrível: era o Dia da Água e eles fizeram uma promoção absurda. A danada agora custa 149 paus, acreditam? Quero dar uma à Ana de presente e o mais barato que achei foi 99 reais. Dei sorte. Lavo louça a toda hora, hehehe! Antes, ficava tudo acumulado porque a água corta os dedos, de tão gélida. Assim, estou me preparando. Só falta um aquecedor. Vamos ver se vou precisar mesmo. Porque tem uma coisa com esse frio daqui: você se agasalha e o frio passa. Não é como Petrópolis, em que a gente bota tudo quanto é roupa em cima e continua enregelado.

Atenção, não estou reclamando, muito pelo contrário! Na sexta anterior fui ao Rio para o aniversário do Marco. Dormi num hotelzinho da Glória, o Monte Castelo, e no sábado planejara almoçar com o filho para depois ir à Oi do Riosul acertar nossos inúmeros perrengues de telefone (o pessoal do telemarketing é de Salvador, não entende que Rio e Teresópolis tenham o mesmo DDD e que portanto eu não precise de novos chips para os celulares do meu Oi Conta Total de Terê, PQP!!!, um inferno, felizmente resolvido na loja daqui!). Saí do hotel às 10h e ia dar umas voltas até o Marco acordar, mas na calçada já senti um calorzinho. Percebi que logo estaria suando... Sabem o que eu fiz? Peguei um táxi para o Largo, onde tinha deixado o carro, e me mandei pra estrada!!!!! Liguei pro Marco de casa para avisar que tinha sartado fora. Não suporto nem mesmo a ideia de suar. O calor do verão passado me traumatizou de vez.

Na terça tenho que ir ao Rio, ai ai... será que vai fazer calor? Muda pro Climatempo!!! Previsão: máxima de 32º, nossa, pleno fim de maio... (Aliás, por falar em TV, vou fazer um post sobre a Sky. P-Q-P!)

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Petit-pois

** Um dos problemas de Teresópolis é que não tem gás de rua. Após quase 50 anos com esse serviço, não me sinto em condições físicas e mentais de usar botijão de gás. Vai que provoco uma explosão? Daí que me desfiz do meu velho fogão e a locadora levou o bujão que tinha aqui embaixo da pia. Fogão elétrico é tudo de bom, usei muito quando morei na Europa. Comprei então esse fogareiro por 19,90, para testar. Se der certo, compro um mais sofisticado, de 2 bocas, resistência selada. O pobrinho chegou ontem e decidi fritar um bife, com fatias de bacon e molho. Ficou supimpa, mas fez tanta fumaça que receei que alguém chamasse os bombeiros. Pode ter sido a frigideira que usei. Pode ter sido qualquer coisa. E agora? O teste deu certo ou não? Ai ai...

** O clima de Terê é muito louco. Acordei às 8 com um baita sol, céu completamente azul, temperatura amena. Vinte minutos depois já estava tudo nublado e uma súbita rajada de vento de 5 segundos de duração trouxe um frio brabo. Logo depois o céu começou a limpar, mas agora o vento voltou.

O teresopolitano sabe muito bem quando vai chover. Olha para o Soberbo (na entrada da cidade) e vê se tem nuvens lá. Se tiver, a chuva é certa.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Buraco quente

Soube sexta de manhã por um gari que Taumaturgo, o meu minibairro no bairro do Alto, é conhecido como Buraco Quente. Mas faz um friiiiiiiiiiio...

Estou acrescentando indicações a esta imagem para enviar aos que vierem visitar a serra. Ficará pronta logo.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Uma tarde na Várzea

Consegui sair da paralisia com a tragédia da chuva: desliguei a TV e fui ao Centro, que aqui em Terê se chama Várzea. Moleton de manga comprida e gola rulê, senti frio, embora andando a pé pra cima e pra baixo, tipo uns seis quarteirões, coisa que não fazia no Rio de jeito nenhum!

Que coisa impressionante a solicitude de vendedores, caixas, frentistas, transeuntes etc. Todo mundo é calmo e gentil. Aqui tem engenharia de tráfego: as ruas são racionalmente sinalizadas. Tirando a famosa Reta, que engarrafa muito, todo o trânsito tem racionalidade, há vias paralelas de escape, para quem conhece — ainda não é o meu caso no centro da cidade, mas logo será.

Tinha engarrafamento na volta e me peguei distraída pensando na vida, nenhuma irritação! Ouvi uma buzina, mas muito breve. Isso é inacreditável! Meu filho e meus amigos sabem que no Rio não suportava um instante de engarrafamento sem ficar irritada.

O pedestre aqui é rei e como tal abusa de seu poder: no que bota o pé na rua, pronto, para todo mundo. Já me acostumei, já paro até pro pedestre que está na calçada esperando uma brecha, e hoje um motorista fez o mesmo comigo. Os motoristas, por sinal, dão passagem a quem está saindo do posto de gasolina ou da vaga, o manobrista do estacionamento recusa gorjeta — é outro planeta.

Não estou fantasiando a cidade. Vejo problemas. Há buracos nas ruas, a Ouvidoria da Prefeitura e a Secretaria de Saúde não respondem aos meus e-mails perguntando qual é o posto de saúde mais perto da minha casa, o Banco do Brasil tem só uma agência na cidade... bem, por enquanto é isso. Mas é mesmo outro mundo.

Obrigada, amiga Ana, por me botar essa minhoca na cabeça!

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Comprei pilhas para a máquina. Agora vou sair clicando!

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Que frio danado! Na Várzea os termômetros marcavam 19 graus. Aqui no Alto, brrrr, deve estar em 15!